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Feirão da Fartura fecha parceria com a My Mall e inaugura nova unidade em Betim

Alterosa foi o bairro escolhido para abrigar a nova loja, que já iniciou as operações


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O sacolão Feirão da Fartura inaugurou, em dezembro, a oitava unidade da rede em Minas Gerais. A nova loja, localizada no bairro Alterosa, em Betim, fomenta a economia local e gera emprego na região metropolitana de Belo Horizonte. Com 850m² de área de venda e 2.400m² de terreno com amplo estacionamento, o hortifruti é o locatário do My Mall BTS Alterosa, empreendimento implantado pela My Mall, empresa consolidada há quase 10 anos no mercado de desenvolvimento de áreas comerciais e de entretenimento.
O estabelecimento mantém o padrão da marca, que oferece conforto e praticidade no momento das compras, com um mix variado de frutas, legumes, verduras, doces, produtos de mercearia como queijos e biscoitos, além de diversas especiarias somente encontradas no tradicional Mercado Central. O maior objetivo do Feirão da Fartura é levar qualidade e variedade com custo-benefício para as famílias de baixa renda.

A loja conta, ainda, com estacionamento próprio com mais de 30 vagas. "Viemos para fazer o simples, mas bem feito e com excelente. Nossas lojas são diferenciadas, com produtos de qualidade a preços acessíveis", declara o diretor comercial do Feirão da Fartura, Diego Vilaça.
A nova unidade gerou 40 empregos diretos e mais de 100 indiretos. "Nós também estamos engajados em diversos projetos sociais. Em breve, queremos trazer para o bairro Alterosa o nosso ‘sopão’, uma ação especial em que distribuímos sopas gratuitamente para pessoas carentes", conta. A rede tem um forte plano de expansão e promete levar ainda mais saúde para o dia a dia da população de baixa renda. "Temos tido um retorno muito positivo dos clientes", comenta Vilaça.
Segundo o supervisor comercial da My Mall, Leonardo Gomes, a loja tem uma localização privilegiada na principal avenida do bairro. "Nosso modelo My Mall tem uma infraestrutura de comércio completa e oferece aos moradores fácil acesso e a comodidade de ter um estacionamento amplo e na porta", complementa.

''Morro, mas não saio daqui'', diz moradora do Beco dos Fagundes, em Betim

Por ordem judicial, 27 famílias foram despejadas, e casas do Beco dos Fagundes serão derrubadas nesta quarta-feira (5/1). Moradores entram em desespero

“Morro, mas não saio daqui. Estou preparada para bala e para caminhão passar por cima de mim”, afirma, aos prantos, Zélia Rodrigues da Silva, de 42 anos. Ela é uma das moradoras do Beco dos Fagundes, no Bairro Jardim Teresópolis, em Betim, que recebeu ordem de despejo da Justiça. A ação, movida pela prefeitura levou em consideração um laudo da Defesa Civil que atestou que 27 casas estão em área de risco de deslizamento.

As famílias receberam a ordem para sair de suas casas até esta terça-feira (4/1), pois a demolição dos imóveis está marcada para a quarta-feira (05/01/2022).

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Zélia Rodrigues da Silva é moradora do Beco dos Fagundes e diz resistir ao despejo previsto para esta terça-feira (4/1). Ao fundo, o barranco com lonas é o local que a Defesa Civil atestou risco geológico (foto: Leandro Couri/EM/D.A. Press)

Zélia mora no local desde que nasceu. Ela e outros moradores do Beco dos Fagundes dizem que vão resistir e não sairão de seus imóveis. Sua casa tem dois andares, com três quartos, sala, cozinha, banheiro e estava planejando erguer um terraço.

“É uma casa muito boa. Está sendo muito doído. Minha mãe tem 75 anos e mora ao lado. Não existe estudo, Lei, não existe nada. Isso está tirando a nossa dignidade. E se é para perder a minha dignidade eu vou perder a minha vida. Vai vir, vai derrubar, mas se eu tiver que morrer eu vou morrer. Não tenho medo. Eu quero que faça o certo para o povo”, diz Zélia, sem conseguir segurar as lágrimas.

A decisão de despejo foi baseada em laudos da Defesa Civil que classificou o local como sendo de alto risco de deslizamentos de terra. Em janeiro de 2020, em um barranco próximo a esta área, houve um deslizamento que soterrou e matou duas pessoas. Segundo os moradores, na época, foi prometido pela prefeitura a construção de um muro de arrimo na localidade, o que não foi feito.
 
Os moradores alegam que as 27 moradias estão afastadas do barranco que deslizou em 2020 cerca de 200 a 300 metros e as construções estão em área plana, o que não coloca as casas em risco.
 
Segundo o advogado popular que está defendendo os interesses dos moradores, Edson Rodrigues Soró, um documento será protocolado na tarde desta segunda-feira (3/1) para tentar rever a decisão de despejo e demolição.

Além de contestar o laudo, o advogado pontua que o valor do Aluguel Social, oferecido pela Prefeitura, é insuficiente para as famílias pagarem um outro imóvel compatível. Além disso, as famílias não querem ir para as casas populares, fornecidas pelo município, no bairro Citrolândia, pois são residências muito menores (36m²) e incompatíveis com o número de residentes em cada família.
 
Alguns moradores, no entanto, já começaram a demolir alguns barracos para salvar o que ainda puder reaproveitar. 
 

Prefeitura diz que local oferece muito alto risco geológico

 
Em nota, a Prefeitura de Betim informou que, "cumprindo determinação da Justiça" vai demolir uma área construída, popularmente conhecida como Beco Fagundes. Segundo a nota, o local, que possui extensão de cerca de 14.200 metros quadrados, "foi caracterizado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) como de muito alto risco geológico. O laudo foi constatado pela Defesa Civil do município".
 
A nota diz ainda que, em janeiro de 2020, um expressivo volume de chuvas atingiu a cidade, provocando danos como um grave deslizamento de terra na região que culminou na morte de seis moradores - dois deles do Beco Fagundes - e no colapso de diversas edificações da área.
 
"Desde então, várias pastas da administração municipal, como Assistência Social, Defesa Civil, Habitação, dentre outras, se mobilizaram para acompanhar de perto os moradores do local e realizar as ações necessárias. Com isso, a prefeitura realocou as famílias moradoras da área, porém muitas delas retornaram ao Beco, o que agrava a situação diante da possibilidade de novos acidentes", diz a prefeitura no comunicado.
 
"Agora, para descaracterização total da área de risco e preservação da vida da população local, 75 casas - 27 delas ainda ocupadas - e dois prédios serão demolidos. Para essas famílias que ainda vivem no local, a prefeitura oferece duas possibilidades: a inclusão no programa Aluguel Social ou a mudança imediata para casas populares construídas pela gestão municipal", informa o texto.
 

Uai/EM

Central de Tratamento de Efluentes com novo processo de beneficiamento de chorume entra em operação no aterro de Betim

Central de Tratamento de Efluentes com novo processo de beneficiamento de chorume entra em operação no aterro de Betim

Grupo Greenline está à frente da tecnologia Alwatec, que transforma, com resíduo mínimo, o chorume em água altamente purificada para reúso; planta vai tratar até 12,5 m³ de líquido por hora

O Grupo Greenline, especializado em tecnologia para serviços ambientais e iniciativas de energia limpa, iniciou, nesta quarta-feira (15/12/2021), as operações de uma Central de Tratamento de Efluentes (CTE) no aterro sanitário do município de Betim (MG), com a proposta de transformar chorume em água de reúso. Por meio de um novo processo aplicado no Brasil, a planta tem a capacidade de tratar de 10 a 12,5 m³ de chorume por hora, gerando resíduo mínimo e uma água purificada de alta qualidade, que pode ser descartada sem qualquer risco ambiental ou utilizada para irrigação, limpeza na indústriaarrefecimento e demais processos industriais.

A CTE ocupa uma área de 150 m² no aterro e possibilita que o chorume, contaminante resultante da decomposição dos resíduos, seja tratado através de etapas físicas e químicas que duram, no máximo, uma hora e quinze minutos. Ou seja, a solução promove, de forma rápida e eficiente, o beneficiamento de um passivo ambiental decorrente dos resíduos produzidos por mais de 1,5 milhão de habitantesde Betim e cidades adjacentes.

O CEO do Grupo Greenline, Ecles Santos, explica o ineditismo do processo que está sendo implementado:

Atualmente, a técnica mais aplicada para tratamento de percolado é a de osmose reversa, a qual ainda gera de 25% a 35% de resíduos que precisam ser descartados no aterro ao final do processo. Nós patenteamos uma nova tecnologia, a Alwatec, que, além de ter um custo de implantação menor, quase não gera substâncias para descarte. Trata-se de um processo diferenciado em cada uma de suas fases, o qual tem menos risco de saturação e se destaca por uma menor área ocupada e tempo de permanência do líquido na planta.

O volume total de chorume gerado no aterro será, a partir de agora, encaminhado para a CTE e quantificado através de um medidor de vazão. Testes de amostragem iniciais determinam os aspectos físico-químicos do líquido, o que define a quantidade e tipologia dos insumos químicos a serem utilizados no tratamento. Em um primeiro tanque, ocorre a injeção de acidulantes e de ar comprimido para provocar a evaporação do maior percentual possível de amônia e nitrogênio.


Já no segundo tanque, um Reator de Hidroxila provoca a ativação do meio, com a adição de ácido para reduzir o pH. Em seguida, ocorrem as reações eletroquímicas resultantes da eletrofloculação, separando a carga sólida e orgânica da parte líquida. O processo gera um lodo, que é prensado para extrair toda a água contida; a massa seca produzida que corresponde a, aproximadamente, 2,5% do volume de percolado tratado é a única matéria encaminhada para descarte.

Todo o líquido resultante é filtrado em areia zeolita e carvão ativado, purificado e clorado em processos de alta tecnologia e encaminhado para um reservatório final, resultando na água de reúso.

Trata-se de uma água totalmente limpa e desmineralizada, que pode ser comercializada para a indústria ou descartada sem causar danos ao meio ambiente. A implantação da Central de Tratamento de Efluentes reforça os compromissos ambiental, sanitário e social da gestão de resíduos, pois atende a exigências dos principais órgãos reguladores, melhora a qualidade de vida da população transforma um contaminante em um ativo econômico de altíssima qualidade reforça Ecles.

Crea-MG realiza blitz pela segunda vez neste ano em Betim e região

Entre os dias 13 e 17 de dezembro de 2021, cerca de 200 obras e empresas em Betim, Igarapé, São Joaquim de Bicas, Brumadinho, Mário Campos, Ibirité, Sarzedo, serão fiscalizadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG). Uma equipe composta por nove fiscais vai verificar atividades relacionadas à engenharia, à agronomia e às geociências.


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Esta é a 
segunda blitz realizada, este ano, pelo Crea-MG na região. Na primeira ação, realizada em maio, foram verificados 386 empreendimentos e expedidos 182 autos de infração. O inspetor-chefe do Crea-MG em Betim, engenheiro civil Álvaro Coelho Machado, ressalta que o mercado imobiliário da região está bastante aquecido com inúmeras construções novas. “É necessária uma força-tarefa para poder fiscalizar toda a área e essa grande quantidade de obras, e assim, fazer um trabalho para verificar a regularidade desses empreendimentos, trazendo para a sociedade uma segurança de que as construções estão sendo executadas por profissionais habilitados e regulares com o Sistema Confea/Crea e Mútua”, afirma Álvaro.

O objetivo da blitz é reforçar as ações de rotina que já são realizadas pelo Crea-MG no município. Durante a fiscalização, os agentes do Conselho verificam e fiscalizam se as atividades técnicas estão sendo conduzidas por profissionais habilitados, bem como a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e as placas de identificação em obras.

As blitze se caracterizam por serem concentradas, em local e duração, e mais ágeis, por contarem com um maior número de fiscais. O gerente da Divisão de Fiscalização, engenheiro eletricista Nicolau Neder, reforça que esse tipo de ação traz inúmeros benefícios para a sociedade. "Durante uma blitz identificamos, por exemplo, o exercício ilegal da profissão de engenharia, agronomia e geociências. A população não deve ficar exposta aos riscos advindos de serviços técnicos sendo desempenhados por pessoas sem atribuição e sem habilitação legal”, pontua o gerente.

Balanço

Até outubro deste ano, foram realizadas 71 blitze em todas as regiões do estado, fiscalizando obras, empresas, contratos, quadro técnico e crédito rural. As principais irregularidades encontradas foram a falta de profissionais legalmente habilitados na execução de serviço de engenharia e a ausência de registro de empresa. O Conselho verifica e fiscaliza o exercício e a atividade profissional de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, conforme prevê a Lei Federal 5.194/1966.

Betim tem crescimento de 12% na arrecadação de ISS no 3º trimestre 

Dados da ferramenta que gerencia o imposto mostra aumento de R$ 3,6 milhões na arrecadação em relação ao 2º trimestre, alcançando R$ 90,9 milhões no ano 

A arrecadação de ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) em Betim cresceu 12% no terceiro trimestre de 2021 (julho a setembro), comparado ao período anterior (abril a junho). O valor arrecadado no trimestre foi de R$ 33,6 milhões. Em comparação ao 3º trimestre de 2020, o crescimento foi de 37%. Os dados são da GissOnline, plataforma de arrecadação do município, desenvolvida pela Eicon. O setor de Serviços inclui os segmentos de construção civil, turismo, academias e serviços financeiros, como bancos, entre outros. 

Segundo o CEO da Eicon, Luiz Alberto Rodrigues, o ótimo resultado na arrecadação do ISSQN demonstra uma forte retomada do crescimento econômico na cidade, “O imposto sobre serviço é um termômetro da atividade econômica de um município. Enquanto o setor de serviços cresceu 3% no Brasil no trimestre, segundo o IBGE, em Betim, o ISSQN indica um crescimento muito mais robusto”, diz o executivo. “Além da atividade econômica, o crescimento também reflete importantes ações da Prefeitura de Betim para manter a arrecadação, como a recuperação de créditos, a fiscalização e o gerenciamento tributário”, finaliza Rodrigues. 

Sobre a GissOnline 

A GissOnline é uma plataforma de inteligência tributária completa e modular, que vai além da simples arrecadação do imposto e oferece conhecimento sobre todas as atividades econômicas do município. Primeira solução a emitir a nota fiscal eletrônica, a GissOnline já permitiu que centenas de municípios brasileiros recuperassem mais de R$ 12 bilhões em receitas de ISSQN, entre outros resultados. 

 

Sobre a Eicon 

A Eicon é pioneira e referência no Brasil no desenvolvimento de soluções que garantem a eficiência e a produtividade da gestão pública, contribuindo para a transformação social e para o bem-estar das pessoas. Com 37 anos de atuação, a empresa está presente em mais 60 municípios brasileiros, apoiando e atendendo as necessidades de gestores nas áreas de educação, saúde, tributária e administrativa, com plataformas que vão além da informatização, trazendo inteligência, conhecimento, controle e monitoramento para a gestão pública. 

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