Cidades

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Evento reúne prefeitos, gestores públicos e vereadores no dia 31 de outubro; Município usa Sistema Integrado de Gestão de Saúde Pública para garantir melhor atendimento à população

 

Pouso Alegre, localizada no sul mineiro e com mais de 150 mil habitantes, é referência em Saúde para as cidades vizinhas. O Sistema Integrado de Gestão de Saúde Pública do município será apresentado durante o II Fórum de Cidades Digitais do Sul de Minas, que acontece no dia 31 de outubro, em Santa Rita do Sapucaí. O encontro, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD) em parceria com a Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí, tem como foco reunir prefeitos, gestores públicos e vereadores para debater sobre a modernização dos municípios.

 

Segundo a secretária de Saúde da Prefeitura Municipal de Pouso Alegre, Sílvia Regina Pereira da Silva, o software, utilizado desde o final de 2013, vem garantindo uma melhor gestão e controle da pasta. "É uma ferramenta para todas as áreas da saúde, que nos ajuda a controlar a gestão de saúde do município e assim planejar, organizar e avaliar as atividades relacionadas a saúde, o que facilita o nosso trabalho. Implantado há mais de 5 anos, o sistema possibilita o acompanhamento das atualizações do SUS e o envio dos dados de vacina, controle, estoque, entre outros, para o Ministério de Saúde", explica Sílvia.

 

Além de Pouso Alegre, Extrema, Varginha e Santa Rita do Sapucaí trazem para o encontro as ações tecnológicas em andamento nas localidades. O diretor da RCD, José Marinho, destaca que o objetivo é promover a troca de experiências entre os gestores e compartilhar projetos voltados à inovação. “A tecnologia é a grande aliada para melhorar os setores públicos e o atendimento à população. O Fórum contribui com esse processo nas cidades que buscam se tornar digitais e inteligentes”, conclui.

 

As inscrições para o Fórum de Cidades Digitais são gratuitas para servidores públicos e podem ser feitas pelo http://forum.redecidadedigital.com.br/srs. A iniciativa tem patrocínio ouro da Vivver Sistemas e bronze da Exati Tecnologia, além do apoio do SEBRAE, Associação Brasileira de Empresas de Soluções de Telecomunicações e Informática (ABEPREST), Canal Gerência Pública e Hotel ibis Styles Pouso Alegre.

 

Serviço:

II Fórum de Cidades Digitais do Sul de Minas

31 de Outubro de 2019, em Santa Rita do Sapucaí

Local: Auditório da Incubadora Municipal de Empresas

Av Francisco Andrade Ribeiro, 543-Família Andrade

Inscrições gratuitas para servidores públicos

http://forum.redecidadedigital.com.br/srs

Informações pelo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo (41) 3015-6812

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Iniciativa é parceria entre a Escola, CGU, Fiocruz, Sedese e os conselhos municipal e estadual de assistência social.

Estão abertas as inscrições para os cursos virtuais sobre participação e controle social, desenvolvidos para integrantes dos conselhos municipais de políticas públicas e abertos à sociedade civil. Será ofertado o módulo básico para introdução ao assunto e dois módulos avançados: um sobre saúde e outro sobre assistência social. As capacitações são independentes e o módulo básico é indicado para iniciantes.

Os interessados podem se inscrever até 22 de novembro na página de educação a distância da Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os cursos ficarão disponíveis de 2 de setembro a 29 de novembro.

As atividades propõem disseminar a ideia de que a participação ativa da sociedade é essencial para a mudança do Brasil, apresentando e discutindo temas relacionados à transparência pública, à participação e às estruturas de controle institucional e social.

A iniciativa é uma parceria entre a Escola do Legislativo, a Controladoria-Geral da União (CGU), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Conselho Estadual de Assistência Social de Minas Gerais (Ceas) e Conselho Municipal de Assistência Social de Belo Horizonte (CMAS).

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Plataformas elevatórias devem substituir cadeiras de transbordo, mas poucos coletivos atendem às novas exigências.



Deputados fizeram visita técnica à direção do DEER e disseram que pretendem verificar acessibilidade nos terminais rodoviários - Foto: Ricardo Barbosa

Os ônibus fabricados a partir de meados de 2018, para circulação intermunicipal, devem, obrigatoriamente, contar com plataformas elevatórias em substituição às cadeiras de transbordo, para atendimento às pessoas com deficiência de locomoção. Contudo, a maior parte da frota em circulação em Minas Gerais é anterior a essa data, o que traz uma série de transtornos para esse segmento da população.

Esses e outros problemas de acessibilidade foram tratados por deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em visita técnica da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência à direção do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG), nesta terça-feira (20/8/19).

A visita é desdobramento de audiência pública realizada em maio deste ano, quando pessoas com deficiência e seus familiares ou cuidadores reclamaram da falta de acessibilidade nos coletivos, principalmente os intermunicipais. Eles se queixaram, também, de que a maioria dos ônibus que ostentam o selo de acessibilidade, na prática não oferece o serviço, configurando-se, assim, propaganda enganosa.

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Há três anos atuando em Belo Horizonte, a Apsa, uma das maiores empresas nacionais do mercado de administração condominial, está se consolidando no mercado imobiliário da capital mineira. Com 85 anos de experiência e presente em seis estados do país, além do Distrito Federal, a imobiliária quer estreitar ainda mais os laços com parceiros, a fim de construir um mercado ainda mais sustentável no setor. Para isso, a empresa realiza no próximo dia 4 de setembro, no WEWork, no Shopping Boulevard, o evento "Cidades inteligentes e construções - Perspectivas do mercado imobiliário mineiro".

 

Convidando os principais players do mercado imobiliário de Belo Horizonte e região, a Apsa quer debater o futuro do setor na capital de Minas Gerais, observando e discutindo novas possibilidades e tendências no Brasil e no mundo. Além de um painél para apresentar os produtos da Apsa e sua atuação na capital, o evento ainda terá como convidada especial Anielle Guedes, para falar sobre cidades inteligentes e construção. Referência internacional em inovação na construção civil e no urbanismo, Anielle é especialista em desenvolvimento econômico através da tecnologia e ciência e empreendedora com foco em tecnologias emergentes. Com pós-graduação pela Singularity University, da Califórnia (EUA), e pelo Istituto Europeo di Design, já trabalhou com organizações como a ONU e a NASA, além de ser conselheira do Governo Federal.

 

Leonardo Schneider, diretor superintendente da Apsa, também será um dos palestrantes e falará sobre as perspectivas do mercado imobiliário em MG. Pós-graduado em Marketing e Gestão de Negócios pela FGV e IBMEC, Leonardo também é vice-presidente do Secovi Rio e vice-chair Global Business Fórum do Institute of Real State Management. O evento será aberto para a imprensa.

 

Desde 2016 trabalhando na capital mineira, a Apsa administra atualmente cerca de 4500 unidades em Belo Horizonte. Recentemente, a empresa assumiu a administração do Medplex e do The Plaza, condomínios de alto padrão.

 

SERVIÇO

"Cidades inteligentes e construções - Perspectivas do mercado imobiliário mineiro"

Data: 04 de setembro (quarta-feira)

Horário: 8h às 11h45

Local: WeWork, Shopping Boulevard

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Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) pretende proibir eventos open bar, que são festas com bebida alcoólica à vontade. A proposta é do deputado Roberto de Andrade (PSB) e tem como principal objetivo a redução do consumo de álcool entre os jovens.

Psiquiatra e presidente do Conselho Estadual de Políticas Sobre Drogas em Minas, Aluízio Andrade é favorável à medida e diz que a prática de beber sem limite causa vários problemas entre os jovens.

Segundo o especialista, “todo ser humano tem certa tendência ao uso de bebidas alcoólicas porque são substâncias que relaxam”. Porém, para que o equilíbrio mental seja mantido, esse consumo tem que ser moderado.

Ele explica que, inicialmente, ao ingerir álcool, são “anestesiados” níveis superficiais da consciência, que provocam relaxamento. Porém, em grandes quantidades, “são anestesiados níveis mais profundos e a questão da sexualidade e da agressividade exacerbam e afloram. Por isso tem que se haver um limite e um controle”.

Para o psiquiatra, uma das formas de moderar é fazer com que a pessoa tenha a consciência do quanto de bebida ela ingere. “Pagar x de reais e poder beber o quanto quiser é totalmente antipedagógico, perigoso e antissocial”, conclui.

O presidente Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Ricardo Rodrigues, no entanto, discorda da visão do especialista. Para ele, a medida não reduziria o consumo de bebida alcoólica em excesso entre os jovens e provocaria um grande impacto na economia.

“O que a gente busca é muito mais leis fazendo o papel de educação do que de proibição. Precisamos de mais empresa e menos estado. Acho que o estado não tem que legislar em função de proibir um formato de venda de bebidas”, analisa.

A reportagem foi às ruas de Belo Horizonte para saber a opinião das pessoas sobre o projeto de lei, que mostrou ser polêmico.

Enquanto Thiago Antunes acha que é bobagem e que o open bar “facilita para os jovens pagarem menos, e que tendo ou não o open bar “as pessoas vão beber do mesmo jeito”, Bruno é favorável à medida: “Se pagar R$ 50 para beber a noite inteira, a pessoa vai beber, beber e beber até ficar ruim. Então, se você vai para um lugar e tem que pagar por garrafa, limita um pouco”, avalia.








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